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Guia com mais de 500 Comandos GNU/Linux Explicados

Opa, e aí galera

Tudo bem?
Achei um post interessante em um blog.
Esse post mostra 500 comandos do GNU/Linux explicados
Vale a pena dar uma olhada.

OBS: alguns destes comandos são muito utilizados na computação forense, como o DD (e o DCFLDD), o LS, o CD, TAIL, GREP, etc.

O link para o post é: 500 comandos Linux

Bom, é isso.
Um abraço!

Guia com mais de 500 Comandos GNU/Linux Explicados

Opa, e aí galera

Tudo bem?
Achei um post interessante em um blog.
Esse post mostra 500 comandos do GNU/Linux explicados
Vale a pena dar uma olhada.

OBS: alguns destes comandos são muito utilizados na computação forense, como o DD (e o DCFLDD), o LS, o CD, TAIL, GREP, etc.

O link para o post é: 500 comandos Linux

Bom, é isso.
Um abraço!

Trabalhando com Autopsy

Opa, e aí galera.

Tudo bem?
Semana passada, nós mostramos como instalar o sleuthkit e autopsy no debian.
Muito bem. Agora, nós vamos ver como trabalhar com o autopsy, adicionando uma imagem e analisando essa imagem forense.

O que é o autopsy?
É uma interface gráfica para as ferramentas em linhas de comando do sleuthkit. O propósito do autopsy é analisar um file system de uma imagem forense.

Neste post, estaremos usando a distribuição SIFT (SANS Investigative Forensic Toolkit).
É uma distribuição voltada para forense computacional, que possui várias ferramentas com este propósito. A SIFT é baseada no Ubuntu. No entanto, podemos usar outras distribuições como a BackTrack (Kali), Caine, DEFT, etc.
Nós vamos analisar uma imagem física do Windows Vista
OBS: no fim deste post existe um link de referência. Nesta referência, a análise foi feita usando uma imagem lógica de uma partição do Windows

Para iniciar o autopsy, digite: autopsy.
Depois, selecione com o mouse o link que a ferramenta irá te passar, clique com o botão direito do mouse e escolha a opção: Open Link


Seção 1 - Criando um novo Caso no Autopsy                                                                                 
1.1) Criando um novo caso:
     1.1.1) Clique no botão: New Case











1.2) Criando um novo caso:
     1.2.1) Case Name: Analisando-Windows
     1.2.2) Description: Procurando arquivos deletados
     1.2.3) Investigator Names: aqui vai o seu nome. No meu caso, vou colocar Anderson
     1.2.4) Clique no botão: New Case












1.3) Adicionando Host
     1.3.1) Clique no botão: Add Host











1.4) Adicionando Host
     1.4.1) Host Name: host1
     1.4.2) Clique no botão: Add Host











1.5) Adicionando Imagem
     1.5.1) Clique no botão: Add Image











1.6) Adicionando Imagem
     1.6.1) Neste momento, vou informar o diretório onde a imagem está armazenada: ls $PWD/vis*
     1.6.2) Selecione com o mouse e copie o path completo da imagem










1.7) Adicionando Imagem
     1.7.1) Clique no botão: Add Image File











1.8) Adicionando Imagem
     1.8.1) Cole o path completo da imagem
     1.8.2) Type: no meu caso, eu vou escolher a opção Partition
     1.8.3) Import Method: no meu caso, eu vou escolher a opção Symlink
     1.8.4) Clique no botão: Next











1.9) Adicionando Imagem
     1.9.1) Na opção Data Integrity, seleciona a opção: Ignore...
     1.9.2) Clique no botão: Add











1.10) Adicionando Imagem
     1.10.1) Clique no botão: Ok











1.11) Calculando a integridade da imagem com o algoritmo MD5
     1.11.1) Clique no botão: Image Integrity



1.12) Calculando a integridade da imagem com o algoritmo MD5
     1.12.1) Clique no botão: Calculate











1.13) Visualizando o Check Sum MD5
     1.13.1) O resultado será mostrado logo abaixo.
     1.13.2) Clique no botão: Close















Referência: http://computersecuritystudent.com/FORENSICS/AUTOPSY/lesson1/


Existem alguns vídeos no youtube que mostram uma versão mais recente do autopsy, versão esta que roda somente em Windows.
Os links para os vídeos são:
- vídeo 1: https://www.youtube.com/watch?v=J1vhU0ZJNCs
- vídeo 2: https://www.youtube.com/watch?v=DlZTYBuvkZY
- vídeo 3: https://www.youtube.com/watch?v=_NSEufvkZIs
- vídeo 4: https://www.youtube.com/watch?v=e5O-d5M90EI

Instalando o DCFLDD

Opa, e aí galera

Tudo bem?
Nós já falamos aqui sobre o DCFLDD que é uma ferramenta semelhante ao DD. O Eriberto até comenta sobre esta ferramenta em seu novo livro (Descobrindo o Linux - 3ª Edição).
Pois bem, algumas pessoas já me perguntaram como eu faço pra instalar essa ferramenta. Então agora eu vou mostrar esse procedimento, que é bem simples.

A primeira coisa que vamos fazer é entrar no site: http://dcfldd.sourceforge.net/#download
Vamos fazer o download do arquivo "source code" que é o código fonte da ferramenta. E depois vamos compilar e instalar no sistema.
O sistema que estou usando é o Debian 7.
Existem algumas distribuições voltadas para forense que já vem com esta ferramenta pré-instalada, como é o caso da CAINE, DEFT, Backtrack (que agora o projeto se chama Kali), SIFT, etc.

Estou baixando o arquivo que é o código-fonte da ferramenta. Neste momento, a versão mais atual do dcfldd é a 1.3.4
Depois de baixar a ferramenta, eu vou descompactá-la: tar -xzvf dcfldd-1.3.4.tar.gz


Depois eu vou entrar no diretório que foi criado para a ferramenta


Neste momento, estou pronto para compilar a ferramenta. Então, vou usar o comando ./configure para configurar o meu ambiente


O próximo passo é digitar o comando: make


Por fim, basta digitar o comando: make install


Pronto. Instalamos a ferramenta.
Para ter certeza qual a versão que foi instalada, basta digitarmos: dcfldd --version

Bom, é isso galera.
Espero que esse post seja interessante.

Um abração!


Instalando Sleuthkit e Autopsy no Debian 7

Opa, e aí galera

Tudo bem?
Eu recebi alguns emails me perguntando como instalar a suíte sleuthkit no debian. De antemão, podemos instalar o sleuthkit com a ferramenta automatizada do debian: apt-get install sleuthkit.
Porém, com este procedimento, não iremos instalar a útlima versão da ferramenta. Ou seja, não estaremos instalando a versão mais atualizada.

Por isso, eu vou mostrar neste post como instalar o sleuthkit a partir do código fonte. Assim, estaremos instalando a versão mais atual da ferramenta.

Pra este post, eu instalei o debian 7. Depois de instalado, atualizei o sistema com os comandos "apt-get install update ; apt-get install upgrade".
Depois disso, digitei o comando: apt-get install build-essential


Depois, eu descompactei o sleuthkit que baixei do próprio site da ferramenta. Durante este post, a versão mais atual e estável da ferramenta é a versão 4.0.1. Muito bem, é esta a versão que vou instalar no meu sistema. Para descompactar, eu usei o comando: tar -xzvf sleuthkit-4.1.0.tar.gz


O comando anterior vai gerar um diretório chamado sleuthkit-4.0.1. O próximo passo é entrar neste diretório e aí começar a compilar a ferramenta.


Pronto, agora podemos iniciar o processo de compilação do sleuthkit. Eu volto a falar que escolhi compilar a ferramenta porque assim estarei instalando no meu sistema operacional (Debian 7) a versão mais atualizada. Fazendo uso do comando apt-get install sleuthkit, eu também estarei instalando a ferramente, mas não é a versão mais atual. Beleza?
Então, neste momento, eu digitei o comando: ./configure


Depois disso, digitei o comando: make


O comando anterior leva alguns minutos para ser executado por completo. Depois do comando make ter terminado, o último comando a ser digitado é: make install


Pronto!
A ferramenta foi instalada e já está pronta para ser usada.
Para testar a ferramenta, podemos usar um dos seus comandos e ver qual q versão está instalada no sistema. Conforme a próxima figura, podemos ver que a versão instalada é a 4.0.1


Agora que o sleuthkit está instalado, podemos instalar também o Autopsy que é um front-end para o sleuthkit. Só que esta ferramenta é em HTML. É uma ferramenta bem bacana de se usar.
No momento que estou escrevendo este post, a versão atual para linux é a 2.24. A versão 3 só tem pra Windows.

Vamos fazer o download do Autopsy lá do site. Podemos notar que o arquivo possui extensão .tar.gz: autopsy-2.24.tar.gz.
Eu vou descompactar o arquivo com o comando: tar -xzvf autopsy-2.24.tar.gz


O próximo passo agora é entrar no diretório que foi criado.


Agora, nós vamos criar um diretório onde a ferramenta salva arquivos de configuração, logs, etc. Este diretório é o Evidence Locker.


Agora, iremos digitar o comando: ./configure.
A ferramenta vai nos pedir se queremos usar a biblioteca NSRL (National Software Reference Library) do NIST. Na imagem a seguir, nós vamos escolher a opção "n", que significa que não vamos usá-la.


Neste momento a ferramenta nos pergunta qual o diretório do Evidence Locker. No meu caso, estou indicando que este diretório é: /home/anderson/Evidence_Locker


Pronto, agora a ferramenta foi instalada com exito.
Vamos iniciar o autopsy digitando na linha de comando: ./autopsy


Como eu disse que o autopsy é em HTML, vamos abrir algum browser e digitar no campo de endereço de URL: http://localhost:9999/autopsy


Pronto, podemos acessar a ferramenta, adicionar um caso e partir para a análise.

Bom, é isso, galera
Espero que este post possa ser útil para quem precisar instalar estas 2 ferramentas no seu sistema.
Existe um outro post em um outro blog que mostra exatamente estes mesmos passos que eu mostrei aqui: http://shankaraman.wordpress.com/2012/11/16/how-to-install-autopsy-and-sleuthkit-in-ubuntu/

Um abração e até a próxima!

Como usar a VM SIFT Workstation para Montar e Examinar uma Imagem Windows NTFS

Opa, e aí galera? Beleza?

Primeiramente, eu quero dizer que este post é uma versão em português de uma publicação no blog do SANS Insititute. O link para o original é:
http://computer-forensics.sans.org/blog/2009/02/19/digital-forensic-sifting-how-to-perform-a-read-only-mount-of-evidence. Em segundo lugar, quero dizer que para este post é preciso estar conectado à internet o tempo todo. Então vamos botar a mão na massa.

Hoje eu vou falar de uma coisa bem legal. Nós vamos ver como usar o SIFT Workstation e montar uma imagem na VM do SIFT e depois vamos abrir e examinar essa mesma imagem lá no Windows. Essa foi uma inovação bolada pelo pessoal do SANS Institute, capitaneada pelo Rob Lee.

A primeira coisa a se fazer é configurar o ambiente. Primeiramente, vamos abrir a VM da SIFT Workstation. Então, vamos clicar no botão virtual machine e depois vamos na opção Virtual Machine Settings. A Figura 1 mostra este procedimento.















Vamos escolher agora a aba Options e faça o seguinte procedimento. A Figura 2 mostra na tela.
  1. Escolha a opção Shared Folders
  2. Do lado direito da tela, marque a opção Always enabled
  3. Clique no botão OK
















Depois disso, eu volto para a VM do SIFT Workstation, abro o prompt de comando como root, e digito dhclient. Este comando vai fazer com que a VM pegue um endereço IP na internet. Depois, ainda dentro da VM SIFT Workstation, eu digito no terminal, o comando ifconfig. Anoto o IP que vai ser mostrado na tela. A Figura 3 mostra o IP que eu vou anotar para esse exemplo.






Depois eu volto para a máquina real (Windows Vista), vou em iniciar, executar, e digito o IP que eu anotei e clico em OK. A Figura 4 mostra na tela.












Pronto, agora vai abrir a tela aonde eu tenho acesso aos arquivos que estão montados na minha VM, como read-only. A Figura 5 mostra na tela.










Agora eu vou copiar uma imagem qualquer para dentro da minha VM e depois montá-la. Para isso conectei minha mídia (HD, CD, DVD, pendrive) mas estava dando erro, eu não conseguia acessar minha mídia. Então eu fiz o seguinte:
  1. Conforme a figura 1, existe um botão Virtual Machine. Cliquei nele
  2. Fui na opção Removable Devices
  3. Fui na opção Kingston USB Mass Storage Device
  4. Digitei no prompt de comando (como root): mount -t ntfs-3g -o force /dev/sdc1 /media/usb
  5. copiar a minha imagem zipada para o meu HD: cp vista_dd.001.bz2 /home/sansforensics/Desktop
  6. Por último, eu vou descompactar a minha imagem, digitando: bzip2 -d vista_dd.001.bz2
Agora eu consegui acessar minha mídia e já copiei minha imagem pra dentro da VM (mas poderia muito bem montar minha imagem sem copiá-la pra VM). Depois disso, eu vou montar minha imagem. Pra isso, eu digito no terminal, como root: mount -t ntfs-3g -o ro,loop,show_sys_files /home/sansforensics/Desktop/vista_dd.001 /mnt/windows_mount. A Figura 6 mostra na tela.












Agora, para podermos acessar a imagem utilizando o ambiente Windows, basta acessar o diretório \\10.5.5.1\mnt\windows_mount. Se vocês perceberem atentamente, o IP da figura 7 é outro. Isso acontece porque eu estou usando IP dinâmico. Eu desconectei e conectei novamente depois de algumas horas, por consequência, meu IP muda a cada conexão nova. Mas não importa qual o IP que nós colocamos aqui. O importante é que ele tem que ser o mesmo da figura 3 e figura 4. A Figura 7 mostra eu acessando a imagem montada como read-only no ambiente Windows, através da pasta compartilhada.















Nós não vamos alterar nenhum dado da imagem, porque ela foi montada como read-only. Então, depois de efetuado todo esse processo, uma das primeiras ações a ser tomada seria rodar um antivírus na imagem montada. Essa foi uma ótima jogada do Rob Lee. Achei bem legal!
Bom, é isso galera.
Abração!

Resetar Senha de Login no Windows Vista

Opa, e aí galera? Tudo bem?

Às vezes deparamos com certos problemas que nos dão dor de cabeça. Eu comprei um notebook da Dell há um tempo atrás, modelo Inspiron 1525. Ele veio com o sistema Windows Vista Basic instalado de fábrica. Muito bem, um certo dia, eu fui fazer o login no Vista e aí me deparei com a seguinte mensagem: login ou senha incorretos. Pronto, aí fui procurar alguma coisa na internet pra contornar esse problema e achei um tutorial bem bacana e simples. Era um tutorial para resetar a senha do Windows usando qualquer distribuição Linux Live-CD.

O que acontece é que na tela inicial do windows, no canto esquerdo, lá embaixo, aparecem 3 ícones. O primeiro é o ícone para facilitar o uso do computador. O segundo ícone é a barra de idiomas e o terceiro mostra qual é o teclado instalado no sistema operacional e que está em uso. O que nós temos que fazer é dar um jeito de iniciar o Windows trocando algum desses 3 ícones pelo ícone do prompt de comando. Os 8 passos seguintes é justamente pra realizar essa tarefa:
  1. Dê o boot na máquina com o Live-CD Linux
  2. Abra o terminal como root e crie um diretório. Ex: mkdir /media/win
  3. Digite o comando fdisk -l e veja qual é a partição Windows. Eu vou considerar que o Windows é o /dev/sda2.
  4. Monte a partição Windows no diretório criado anteriormente. Ex: mount /dev/sda2 /media/win
  5. Com o Windows montado, navegue até o diretório onde ficam os arquivos de sistema. Ex: cd /media/win/Windows/System32
  6. Dentro dessa pasta, procure o arquivo Utilman.exe
  7. Renomeie o arquivo. Ex: mv Utilman.exe Utilman.old
  8. Ainda dentro da pasta system32, renomeie o arquivo cmd. Ex: mv cmd.exe Utilman.exe

Pronto, assim estaremos enganando o Windows e o prompt de comando vai estar lá na tela de login do sistema. Depois disso, é preciso fazer mais algumas alterações simples, que são:

  1. Reinicialize o Windows e na tela de login, clique no ícone que está no canto inferior esquerdo da tela (perto do ícone de idiomas)
  2. Quando você clicar, vai aparecer a tela do prompt de comando. Digite: net user
  3. Vai abrir uma lista de usuários cadastrados no computador. Escolhe o usuário que você quer mudar a senha e digite: net user "nome que quer mudar" * (no meu caso, eu coloquei net user anderson *)
  4. Agora ele vai pedir para você digitar a senha. É só digitá-la.

Pronto, agora precisamos fazer voltar todos os programas normais, inclusive fazer voltar o facilitador de uso e acesso. Para isso, faça o seguinte:

  1. Reinicialize o computador com o Live-CD Linux
  2. Abra o terminal do linux como root e navegue até o diretório /media/win/Windows/System32
  3. Dentro deste diretório renomeie o arquivo utilman. Ex: mv Utilman.exe cmd.exe
  4. Depois renomeie o arquivo utilman.old. Ex: mv Utilman.old Utilman.exe

Pronto, acabamos de resetar a senha de login do Windows tendo em mãos uma distribuição linux. É muito simples fazer este tipo de tarefa. É claro que existem outras maneiras de resetar a senha de login, por exemplo, usando o CD Hirens. E existem softwares pagos pra isso tambem. O meu intuito aqui foi mostrar como eu posso usar qualquer distribuição Linux Live-CD para este tipo de tarefa especificamente.

É isso. Um abraço em todos!

Dump de Memória 2 - Dump de Memória no GNU/Linux

E aí galera, tudo beleza?

Hoje eu vou falar sobre dump de memória no sistema GNU/Linux. Esse post é um complemento a um outro post, no blog do professor Eriberto.
Eu vou mostrar como fazer o dump de memória, já que no kernel 2.6 o seu acesso vem desabilitado por default.
Isso vem causando muitas dúvidas e questionamentos sobre o assunto. Então fui pesquisar e descobri uma maneira de contornar esse problema. Vamos lá então.

Se você tentar fazer o dump com o comando DD, vai obter o seguinte resultado na tela (imagem1)










Para corrigir esse erro, nós vamos acessar este link e fazer o download do módulo fmem.
Depois de ter feito o download, nós vamos descompactar e desempacotar o arquivo que foi baixado para nossa máquina. A imagem 2 mostra isso na tela do shell.









Após ter feito isso, nós vamos entrar no diretório fmem_1.5-0. A imagem 3 mostra esse passo na tela do computador.












Lá dentro do diretório fmem nós vamos digitar o comando make. A imagem 4 mostra esse comando na tela do computador.











O próximo passo é digitar o comando ./run.sh. A imagem 5 mostra esse comando na tela do computador.







Pronto, agora o módulo fmem foi carregado corretamente e o computador está pronto para o perito realizar o dump da memória. Agora é só usar o comando DD. Não se esqueça de acrescentar na linha do comando o parâmetro count. Este parâmetro leva a quantidade de memória da máquina periciada. Neste exemplo, minha máquina tem 3 GB (3072MB). Em máquinas com 4 GB de memória, coloca-se o valor 4096.

A imagem 6 mostra o comando DD rolando na tela.













Uma apresentação do youtube que o autor comenta sobre o fmem é este link: https://www.youtube.com/watch?v=OYGtceHYzQE