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Acessando o Conteúdo de uma Imagem Forense com FTK Imager

Opa, bom dia, galera

Tudo bem?
Hoje nós vamos falar sobre análise forense com a ferramenta FTK Imager. O intuito é analisarmos uma imagem forense de disco e analisar algumas informações e artefatos. Lembrando que a FTK Imager não é tão completa quanto uma outra ferramenta da mesma empresa, a FTK.

Vamos começar o nosso trabalho então.
A primeira coisa a se fazer é adicionar a imagem forense na ferramenta. Então, nós vamos na opção File --> Add Evidence Item (Figura 1)












O segundo passo é escolher qual o tipo de evidência que vamos adicionar na ferramenta. Neste caso, como eu tenho um arquivo de imagem, a opção escolhida é Imagem File (Figura 2)
















O terceiro passo é indicar o caminho completo da minha imagem. No meu caso, o path é C:\Imagem Forense\vista_dd.001. Depois eu clico no botão Finish (Figura 3)















A próxima tela já é a ferramenta FTK Imager com a imagem forense carregada. No lado esquerdo eu tenho os diretórios da minha imagem, que estão em formato hierárquico, do mesmo jeito que o Windows funciona. Então, eu posso expandir essa estrutura em árvores (clicando no sinal +) e ir navegando nos diretórios e arquivos dentro da imagem forense e ir até onde estão os arquivos de meu interesse (Figura 4)












Bom, a imagem que eu adicionei no FTK Imager era no formato RAW. Mas, digamos que eu tenha adicionado uma imagem em outro formato, por exemplo E01 ou AFF e eu queira transformá-la para o formato RAW (formato da ferramenta DD). A ferramenta FTK Imager possui uma funcionalidade muito interessante que implementa esta tarefa de conversão entre imagens. Como eu faço isso? Resposta: Basta clicar com o botão direito do mouse em cima do nome da imagem e ir na opção Export Disk Image. Vai aparecer a seguinte tela (Figura 5)
















Na próxima tela, basta selecionar o tipo de formato de imagem e clicar no botão Avançar (Figura 6)















Na próxima tela, nós vamos informar algumas informações relacionadas com a evidência. (Figura 7)















Por fim, nós vamos informar algumas coisas. A primeira informação é relacionada ao diretório onde a imagem será armazenada. Outro ponto que nós vamos informar é o nome da imagem (sem a extensão). Outro ponto que nós vamos informar é se vamos querer ou não fazer um split na imagem (fragmentá-la). No meu exemplo, eu não vou fragmentar. Por fim, eu clico no botão Finish. Pronto; com este procedimento eu vou converter a imagem que antes estava no formato AFF ou E01 para o formato RAW (formato da ferramenta DD) (Figura 8)















Agora basta clicar no botão Start (Figura 9)
















Agora que nós já mostramos como adicionar uma imagem forense na ferramenta, podemos acessar os diretórios da imagem com o FTK Imager. E uma tarefa bem interessante que podemos fazer neste momento é a opção de exportar diretórios e arquivos da minha imagem forense para um outro lugar, inclusive mandar esse diretório/arquivo exportado para uma pendrive ou alguma outra mídia qualquer. Para fazer isto, basta clicar com o botão direito do mouse em cima do diretório que queremos exportar e ir na opção Export Files (Figura 10)













Bom, é isso galera
Espero que vocês tirem proveito desta ótima ferramenta desenvolvida pela empresa AccessData.
Por fim, existe um vídeo no youtube que mostra exatamente o que eu demonstrei aqui neste post e muito mais informações sobre esta ferramenta. O link para o vídeo é: http://www.youtube.com/watch?v=39f2WV-8SKg

Outro vídeo interessante, onde o autor do vídeo cria uma imagem forense a partir de discos virtuais é: https://www.youtube.com/watch?v=TKM7DZiHwVs

Um abração!

Sites com Diversas Imagens

Opa, e aí galera?
Tudo beleza?

Primeiramente, eu gostaria de falar que este post é um complemento de outro post, no blog do Sandro Suffert. O link para o do Sandro é: http://sseguranca.blogspot.com/2009/03/material-de-treinamento-para-equipes-de.html

Às vezes nós queremos usar alguma imagem com o intuito de estudar ou testar alguma ferramenta ou alguma técnica. Eu tive essa necessidade.
Pois bem, acabei encontrando alguns sites em que são disponibilizados algumas imagens e capturas de rede, para que possamos colocar em prática os nossos conhecimentos.




Por último, coloco aqui um link de um blog muito interessante. É o blog do professor Eriberto. Ele mostra a análise de uma invasão de rede. Muito legal mesmo. Obrigado pelo Link, professor!

E não podia deixar de colocar aqui um link muito interessante e com enorme valor para o profissional envolvido com a forense Computacional. É um site que mostra em uma tabela quais são os headers (cabeçalhos - conhecidos também como "magic numbers") de diferentes arquivos. Estes headers são como se fossem as assinaturas dos arquivos. Isso significa que um JPG tem uma assinatura diferente de um MPEG. E o que diferencia um do outro, é justamente o header. Mas este não é o único campo diferente, existem outros como por exemplo o Footer.
O link para ver os diferentes headers é: File Signatures Table

Bom, é isso.
Abração!